A preparação preliminar para um procedimento de ART pode ser tão importante quanto o procedimento em si. O teste de reserva ovariana pode ser recomendado para prever como os ovários responderão à medicação para fertilidade. A chance de sucesso pode ser baixa, por exemplo, se os testes demonstrarem reserva ovariana ou potencial de fertilidade diminuídos.
A reserva ovariana pode ser determinada por qualquer um destes métodos: medindo os níveis de FSH e estradiol no segundo ou terceiro dia de um ciclo menstrual, medindo o nível de AMH (hormônio antimülleriano), realizando um teste de provocação com citrato de clomifeno (CCCT) ou contando o número de pequenos folículos no ovário (contagem de folículos antrais). Um nível elevado de FSH e/ou estradiol, uma contagem baixa de folículos antrais ou um nível baixo de AMH está associado a taxas reduzidas de gravidez, especialmente em mulheres com mais de 35 anos.
No entanto, a idade em si é o fator mais importante na determinação das chances de sucesso com a fertilização in vitro. Anormalidades da cavidade uterina, como miomas, pólipos ou septo, podem precisar ser corrigidas antes da fertilização in vitro ou GIFT. Uma hidrossalpinge, uma trompa de Falópio bloqueada e cheia de líquido, reduz o sucesso da fertilização in vitro. Alguns médicos aconselham cortar ou remover a trompa afetada antes da fertilização in vitro. Para obter mais informações, consulte a ficha informativa do paciente da ASRM intitulada Hidrossalpinge.
Dra. Adriana de Góes Soligo | Clínica de Reprodução Humana Assistida
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